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  • Foto do escritorGenival Dantas

A criança e adolescente da última década pela sua suscetibilidade vêm em queda livre








Novo governo velhas práticas 27/10/2023



Deixando claro que não apenas pela suscetibilidade inerente ao próprio ser humano, no início da sua vida, porém a idiossincrasia adicionada aos poucos cuidados que os nossos governantes têm prestado aos jovens brasileiros, sendo relevados ao segundo, ou terceiro plano, é que verificamos a tragédia que está vivendo, 60% dos brasileiros de 0 até 17 anos, convivem com a absoluta falta de condições reais de sobrevivência com dignidade, segundo estudos da UNICEF.



A situação é grave, se não houver uma reação absolutamente concatenada nos diversos órgãos governamentais, desde o município, Estado e União, essa última geração está rotundo fadada ao ostracismo, ou seja, não terá recuperação ao longo da sua vida, pois essa é a fase mais crítica de raça humana, desde os cuidados sanitários, educacionais, sociais e o extremo cuidado com sua alimentação, cuidados preteridos pelos governos sem detrimentos de outros valores políticos.



Esse volume de brasileiros representa 31 milhões vivendo quase a margem da sociedade, com suas possibilidades praticamente zeradas em termos de potencialidade para um futuro mais digno, sem chances reais de sair e tirar sua família da miséria acumulada pelos seus ancestrais, rotina verificada desde a nossa fundação, passando por vários governos e sistemas, sem a devida acuidade que merece a nossa gente.



Esses 60% de crianças e adolescentes privados de seus direitos básicos, mascara uma realidade mais triste, as diferenças entre Estados é mais gritante que se imagina, em 2022 o Amapá teve um percentual de 91.6%, ou seja, quase sua totalidade, enquanto a unidade federativa mais rica, São Paulo, registrou a melhor marca dentre os federados, 35,7%. Isso prova que além da falta de apreço dos governos a discrepante diferença entre os Estados tem peso significativo.



Considerando que as crianças e adolescentes na faixa de 4 a 17 anos, 8,3% não frequentavam escolas, a renda dos seus pais ou responsáveis ficou abaixo do mínimo necessário para proporcionar uma alimentação apropriada, esse número representou 20% deles. Sem falar na precariedade do saneamento básico com números sufocantes para quem não tem água tratada e sistema de esgoto de acordo com as necessidades básicas, um crime secular.



Se fôssemos enumerar todas as incongruências que as nossas crianças e adolescentes estão expostas, ficaríamos aqui tecendo um rosário de amarguras, não enumeramos o caos que é a vida do jovem nas cidades grandes, com possibilidades de ser morto por bala perdida, estupro até dentro da própria casa, por parentes e ou conhecidos, além de ser levado até para a prostituição como meio de sobrevivência.



O Brasil precisa pensar primeiro em seus filhos legítimos, renunciar o desejo de ajudar outros países, como ocorreu recentemente com a Argentina, o Brasil praticamente avalizou junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina, US$ 1 bilhão de dólares para os nossos vizinhos aplicarem o dinheiro na campanha eleitoral e manter o governo atual com perspectiva do continuísmo. Isso é negar o pão ao irmão e socorrer vizinho por puro ideologismo, quem vai pagar a conta?





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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