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  • Foto do escritorGenival Dantas

A cornucópia da prepotência do atual governo só não é maior que sua inoperância





Novo governo velhas práticas 05/11/2023



Estamos com o futuro hipotecado com a honestidade, seriedade, prosperidade e dignidade, dívida contraído pelo governo Lulopetista nesse espaço curto de tempo, 11 meses, saímos da água para o vinho por pura irresponsabilidade nossa, digo, da esquerda brasileira e seus simpatizantes, em verdadeiro golpe de azar, elegeu um presidente já testado e aprovado como um verdadeiro quadrilheiro, retornando ao governo com seus asseclas desvairados.


Vindo a se concatenar com o que há de pior na política brasileira, dando sequência as políticas desastrosas anteriores, montou verdadeiro esteio formado por incompetentes auxiliares diretos, que só conseguem aprovar no Congresso Nacional com apoio do Centrão, bloco político, formado por vários congressistas de vários partidos políticos, sem nenhum ideário nacionalista, prevalecendo a defesa dos benefícios particulares e partidários, verdadeiro desastre.


Para piorar o quadro, sentindo que pode invadir por completo o Congresso, vendo alguma possibilidade de sucesso tentar, certamente sairá vitorioso, colocar os presidentes das duas casas, a Câmara e o Senado federal, pessoas venais para administrar o Congresso, dando sequência a essa situação desastrosa que se encontra os Três Poderes, algo nunca visto na administração pública nacional, todos unidos, os Três Poderes, por um único ideal.


É desoladora a situação, o que virá pela frente é mais preocupante, as próximas eleições, de âmbito municipal, muito dinheiro correrá frouxo, na política de compadrio, como será regional e a política da boa vizinha, com certeza será intensificada, o voto de cabresto será lembrado, com promessas mirabolantes, muitas dentaduras distribuídas em currais eleitorais, canais de água novamente prometidos, transformados em verdadeiros atoleiros morais para o futuro.


Enquanto o governo federal se curva ao resultado da sua incompetência, tanto nacional como internacionalmente, fato é que tentando mostrar o que Lula da Silva foi no passado, antes de ser fragorosamente condenado em mais de uma instância, sujou o nome do Brasil, enquanto presidiu o Conselho de Segurança da ONU, por 30 dias, nada aprovando, verdadeiro fiasco, ainda comprometendo a vida de 30 brasileiros, retidos na Faixa de Gaza pelos Hamas.


Permitir que dois navios iranianos aportassem em nossa costa foi de uma irresponsabilidade até infantil, em situação de guerra, como se encontra o Oriente Médio é claro que o adversário do Irã ia mostrar seu descontentamento, no caso, Israel. Quem sofre com a demora na liberdade dos brasileiros e o consequente retorno deles ao nosso País são os nossos irmãos, por pura insolência do presidente, Lula da Silva, com seus discursos desconexos e despropositados.


Esse é o preço que se paga que uma Nação não tem responsabilidade na hora de escolher seus mandatários, na realidade, depois da nova Constituição de 1988, as nossas escolhas foram desastrosas, o José Sarnei foi obra do destina, entrou por acaso e acordo de bastidores, com a morte de Tancredo Neves ele assumiu por ser vice-presidente e inconstitucionalmente, devia ter ocorrido novas eleições.


O Fernando Collor de Mello foi um aborto da natureza, aquele que pregou ser o caçador de marajás, verdadeiro fiasco em termos de administração pública, tentou ser presidente isolado do Congresso, levou um tombo, não se recuperando nunca mais. Itamar Franco assume o governo e lança o Plano Real, estabilizando a economia, o presidente que mesmo não sendo eleito para o cargo salvou o Brasil de uma derrocada.


Fernando Henrique Cardoso, como sociólogo e socialista, por dois mandatos, praticamente levou a fama de ter feito o Plano Real, no governo Itamar, nadou de braçada, tendo pavimentado o caminho do outro socialista, Lula da Silva, que enganou por dois mandatos e foi responsável da existência da Dilma Rousseff na política nacional, essa sim foi um verdadeiro sinistro brasileiro, reabilitada no novo governo Lula, contemplada com a presidência de um banco medíocre.


Na ausência de qualquer possibilidade de um nome que representasse a Direita convincente, e decepcionado com a Esquerda, depois do mandato tampão do Michel Temer, com a desdita da Dilma, sem acrescentar nada de novo, passou o cajado para Jair Bolsonaro, o presidente estapafúrdio, não falava e nem fazia nada dentro do contexto, por azar retorna Lula da Silva, o encantador de Jerebas, espero que o próximo não seja um deles, por aproximação. Isso é um fato concupiscente.



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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