É falacioso o que o atual Governo tenta imputar ao Flavio Bolsonaro
- Genival Dantas

- 3 de jun.
- 2 min de leitura



A juventude que não sabe trabalhar é tão desgraçada
quanto a que não sabe se divertir
03/06/2026
Ponto de vista dos pensadores da Praça do Canhão
A absoluta falta de retórica nas intervenções feitas pelo presidente Lula da Silva, no seu malfadado relicário que ele guarda com esplendorosa estima, e costuma usar suas blasfêmias contra seus adversários políticos, que ele considera como verdadeiros inimigo, periodicamente ele nomeia um dos seus oponentes como boneco de pancadas, hoje está sendo o Flavio Bolsonaro.
Na tentativa de marcá-lo como um traidor da Pátria, levantando a hipótese de o senador Flavio ter ido aos EUA, pedir ao presidente, Donald Trump, a implantação de um novo tarifaço, é de uma descompostura sem limites, principalmente por ser uma tese, sem provas, e levantada por uma pessoa que exerce o cargo de presidente da República, do porte do Brasil.
Esse tipo de insinuação é para ser praticada por assessores de terceira linha. Isso querendo ser descortês e não ser classificado como alguém que pratica a indelicadeza e o atrevimento de praticar a leviandade dentro do mais baixo nível que o ser humano pode chegar, para alcançar seus objetivos, sem a prática da moral e dos bons costumes, como se recomenda em País Republicano.
Infelizmente o Brasil encontra-se esfacelado, estágio provocado pela própria classe política, que vem sem claudicar, levando a nossa Nação para o abismo fatal, sem ao menos comensurar a gravidade em que estamos submetidos desde a redemocratização. Palavras dos próprios e verdadeiros vendilhões da Pátria, administrando o Brasil por quatro mandatos e meio, ainda querem mais.
Como as duas correntes que almejam continuar nessa toada, desfazendo das nossas riquezas, agora mais que nunca, como o ouro já foi levado, vai começar a ser vendida as terras raras, certamente, sem beneficiá-la, sem agregar valores e deve retornar para nós com os incrementos que os beneficiamentos fazem, e assim seguiremos escravos, e subservientes como sempre fomos.
Genival Dantas
Poeta, Escritor e Jornalista





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